A minha alma partiu-se como um vaso vazio. Caiu pela escada excessivamente abaixo. Caiu das mãos da criada, descuidada. Caiu, e eu fiz-me em mais pedaços do que havia loiça no vaso.
Fiz barulho na queda como um vaso que se partia. E os deuses que há debruçam-se da escada. Para ver o que a criada fez de mim Não se zanguem com ela. São tolerantes com ela.
Asneira? Impossível? Sei lá! Tenho mais sensações do que tinha quando me sentia eu. Asneira? Impossível? Sei lá! Tenho mais sensações do que tinha quando me sentia eu.
A minha alma partiu-se como um vaso vazio. Caiu pela escada excessivamente abaixo. E os deuses que há debruçam-se da escada E sorriem à criada Não se zanguem com ela. São tolerantes...
A minha alma partiu-se como um vaso vazio Caíu, partiu-se, caíu A minha alma partiu-se como um vaso vazio Caíu, partiu-se, caíu
O que era eu, o que era eu? Um vaso vazio O que era eu, o que era eu?
Alastra a escadaria atapetada de estrelas. Ao fundo um caco brilha entre os astros. A minha obra? A minha alma principal? A minha vida? E os deuses olham-o por não saber por que ficou ali.
Asneira? Impossível? Sei lá! Tenho mais sensações do que tinha quando me sentia eu.
O que era eu, o que era eu? Um vaso vazio O que era eu, o que era eu? Ai, o que era eu, o que era eu? Um vaso vazio O que era eu, o que era eu?
Não sei, não sabe ninguém Porque canto fado, neste tom magoado De dor e de pranto . . . E neste tormento, todo sofrimento Eu sinto que a alma cá dentro se acalma Nos versos que canto Foi Deus, que deu luz aos olhos Perfumou as rosas, deu ouro ao sol e prata ao luar Ai, foi Deus que me pôs no peito Um rosário de penas que vou desfiando e choro a cantar E pôs as estrelas no céu E fez o espaço sem fim Deu luto as andorinhas Ai . . .deu-me esta voz a mim
Se canto, não sei o que canto Misto de aventura, saudade, ternura, e talvez amor Mas sei que cantando Sinto o mesmo quando, se tem um desgosto E o pranto no rosto nos deixa melhor Foi Deus, que deu voz ao vento Luz ao firmamento E deu o azul as ondas do mar Ai foi Deus, que me pôs no peito Um rosário de penas que vou desfiando e choro a cantar Fez poeta o rouxinol Pôs no campo o alecrim Deu as flores à primavera Ai ... e deu-me esta voz a mim
Adelino Marques Ana Costa Ana Salão António Bastos Armindo Moreira Carlos Costa Helder Mau Henrique Raposo Hugo Pires José Eduardo Andrade José Magalhães Luis Raposo Manuela Vaz Miguel Duarte Paulo Teixeira Rodrigo Raposo Rui Noronha Sérgio Carvalho Sérgio Nunes Verónica Meireles
É já no próximo sábado dia 7, que será inaugurada na Rua do Ferraz, 38, uma mostra colectiva de fotografia integrada no ciclo de exposições que estamos a promover nesta cidade do Porto. Desta vez e até ao dia 21 de Novembro, poderão ser vistos alguns trabalhos de: - JOSÉ MAGALHÃES - NUNO FONSECA - MANUELA VAZ - SÉRGIO CARVALHO - VERÓNICA MEIRELES que gostariam de vos ter presentes na inauguração que se realizará pelas 15 horas..
Sei lá! Sei lá! Eu sei lá bem Quem sou? Um fogo-fátuo, uma miragem... Sou um reflexo... um canto de paisagem Ou apenas cenário! Um vaivém
Como a sorte: hoje aqui, depois além! Sei lá quem sou? Sei lá! Sou a roupagem De um doido que partiu numa romagem E nunca mais voltou! Eu sei lá quem!...
Sou um verme que um dia quis ser astro... Uma estátua truncada de alabastro.. Uma chaga sangrenta do Senhor...
Sei lá quem sou?! Sei lá! Cumprindo os fados, Num mundo de maldades e pecados, Sou mais um mau, sou mais um pecador...
Never knew I could feel like this Like I've never seen the sky before Want to vanish inside your kiss Every day I love you more and more Listen to my heart, can you hear it sings Come back to me, and forgive everything Seasons may change, winter to spring But I love you until the end of time
[Chorus:] Come what may Come what may I will love you until my dying day
Suddenly the world seems such a perfect place Suddenly it moves with such a perfect grace Suddenly my life doesn't seem such a waste It all revolves around you And there's no mountain too high No river too wide Sing out this song and I'll be there by your side Storm clouds may gather And stars may collide But I love you until the end of time
[Chorus]
Oh, come what may, come what may I will love you, I will love you Suddenly the world seems such a perfect place
When I look into your eyes I can see a love restrained But darlin' when I hold you Don't you know I feel the same 'Cause nothin' lasts forever And we both know hearts can change And it's hard to hold a candle In the cold November rain We've been through this such a long long time Just tryin' to kill the pain But lovers always come and lovers always go An no one's really sure who's lettin' go today Walking away If we could take the time to lay it on the line I could rest my head Just knowin' that you were mine All mine So if you want to love me then darlin' don't refrain Or I'll just end up walkin' In the cold November rain
Do you need some time...on your own Do you need some time...all alone Everybody needs some time...on their own Don't you know you need some time...all alone I know it's hard to keep an open heart When even friends seem out to harm you But if you could heal a broken heart Wouldn't time be out to charm you
Sometimes I need some time...on my own Sometimes I need some time...all alone Everybody needs some time...on their own Don't you know you need some time...all alone
And when your fears subside And shadows still remain, ohhh yeahhh I know that you can love me When there's no one left to blame So never mind the darkness We still can find a way 'Cause nothin' lasts forever Even cold November rain
Don't ya think that you need somebody Don't ya think that you need someone Everybody needs somebody You're not the only one You're not the only one