sábado, 24 de novembro de 2007

Projecto _Jean Luc Godard _ ex1





Análise do excerto de Jean-Luc Godard

O fragmento retirado de "Liberté et patrie" constitui uma reflexão à volta dos conceitos realidade, percepção, interpretação.
A palavra "pensar" é lançada como ponto de partida para discussão dos termos anteriores numa alusão ao 11 de Setembro como acontecimento incapaz de ser pensado pela surpresa que suscitou. Um momento que coloca em causa o conceito de pensamento e a enerência da própria racionalidade/irracionalidade humana.
A palavra pensar não tem um significado homogéneo, varia ao longo da matriz dos sujeitos, o mesmo acontecendo com a palavra "pátria" que Godard insere no mesmo grupo de subjectividade. Ao fazer surgir na tela as palavras "et patrie" em simutâneo com a formulação da subjectividade do pensamento, a voz narradora autoriza o espectador a aplicar a mesma conclusão ao conceito “pátria”, indiciando um princípio de heterogeneidade e alteridade que coloca em causa o carácter homogéneo e uno que se associa normalmente a “pátria”, enquanto todo unificante. Poderemos ainda detectar aqui uma pista de reflexão sobre a legitimidade da existência da unidade “pátria”, e das derivas radicalistas que ela pode suscitar – remissão eventual para as causas nacionalistas na origem do 11 de Setembro. Um facto que é passivel de diferentes interpretações.
A tentativa de imposição de um pensamento único, (padrão de valores universal) sobre uma massa heterogénea, isto é conjunto de indivíduos com percepção subjectiva e diversa entre si, constitui uma violência real e uma ameaça à perda da individualidade: esse é o perigo que nos colocam hoje as super -potências, justifica-se assim, a exibição da bandeira norte americana no início do documentário.
Esta contrariedade intríseca do nosso mundo situa-se nos antipodas de uma atitude tolerante face à pluralidade das interpretações individuais e à admissão da validade das representações que cada um faz.
Nos exemplos apontados por Godard é vincada a primasia da interpretação sobre o objecto. Ou seja, conferir uma mais valia ao interior do sujeito humano e das interpretações que ele faz dos objectos . É olhar do sujeito que recorta o mundo que ele mesmo vê. A interpretação está condicionada pelo campo do pensamento do sujeito e dos preconceitos que determinam aquilo que ele quer ver. Cintando Todorov, poderíamos sugerir que"...o processo de leitura tem as suas conseqências: nunca são idênticas duas leituras de um livro. Quando lemos, traçamos uma escrita passiva; juntamos e suprimimos no texto lido aquilo que aí queremos ou não encontrar; a leitura deixa de ser imanente a partir do momento em que há um leitor". Por outras palavras, o sujeito molda a realidade e dela retira ou constrói uma segunda imagem.
A construção de uma narrativa de três minutos como resposta a estas ideias centrou-se no facto de tentar propor uma dupla leitura do objecto apresentado. O recurso ao texto como meio de opor duas ideias que vão de encontro aos dois exemplos presentes no documentário. O texto da esquerda tem ligações com o primeiro exemplo por nos dar indicações a uma interpretação técnico-científica, por isso mais objectiva. O texto mais à direita traduz o carácter mais simbólico do objecto por isso o associamos ao segundo exemplo de Godard "fermé les yeux", de maior subjectividade em que tudo é válido para cada sujeito.
A justaposição de dois discursos tão diferentes, por movimento contrário só nos permite acompanhar uma das sugestões de interpretação. Em cada um deles, as palavras destacadas levam-nos para outros universos de representações.
O texto tem assim, a intenção de condicionar a leitura. Não é com isso pretendida uma interpretação universal, absoluta do objecto, mas o apontar para a construção de trajectos de associação similares.

Grupo de trabalho_ Lara, Luísa, Verónica

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

David Fonseca_Rocket Man



Nota: video fantástico!


Rocket Man
(original de Elton John)



She packed by bag last night, preflight
Zero hour, nine a.m.
And I'm gonna be high
As a kite by then

I miss the earth so much
I miss my wife
It's lonely out in space
On such a timeless flight

And I think it's gonna be a long, long, time
'Til touchdown brings me 'round again to find
I'm not the man they think I am at home
Ah, no no no...
I'm a rocket man
Rocket man
Burnin' out his fuse
Up here alone

Mars ain't the kind of place
To raise your kids
In fact, it's cold as hell
And there's no one there to raise them
If you did

And all this science
I don't understand
It's just my job
Five days a week
A Rocket Man
Rocket Man

And I think it's gonna be a long, long, time
'Til touchdown brings me 'round again to find
I'm not the man they think I am at home
Ah, no no no...

And I think it's gonna be a long, long, time
'Til touchdown brings me 'round again to find
I'm not the man they think I am at home
Ah, no no no...
I'm a rocket man
Rocket man
Burnin' out his fuse
Up here alone

And I think it's gonna be a long, long, time
And I think it's gonna be a long, long, time
And I think it's gonna be a long, long, time

Long, long, time
Long, long, time

Ah, no, no, no...
Oh, no, no, no, no, no, no, no...



Vejam mais videos de David Fonseca: http://davidfonseca.blogs.sapo.pt/

Site oficial: http://www.davidfonseca.com/

Myspace: http://myspace.com/davidfonseca

terça-feira, 20 de novembro de 2007

YOU ARE WELCOME TO ELSINORE



Poema de Mário Cesariny lido por Sónia Tavares

you are welcome to elsinore
Entre nós e as palavras há metal fundente
entre nós e as palavras há hélices que andam
e podem dar-nos morte violar-nos tirar
do mais fundo de nós o mais útil segredo
entre nós e as palavras há perfis ardentes
espaços cheios de gente de costas
altas flores venenosas portas por abrir
e escadas e ponteiros e crianças sentadas
à espera do seu tempo e do seu precipício

Ao longo da muralha que habitamos
há palavras de vida há palavras de morte
há palavras imensas, que esperam por nós
e outras, frágeis, que deixaram de esperar
há palavras acesas como barcos
e há palavras homens, palavras que guardam
o seu segredo e a sua posição

Entre nós e as palavras, surdamente,
as mãos e as paredes de Elsenor
E há palavras nocturnas palavras gemidos
palavras que nos sobem ilegíveis à boca
palavras diamantes palavras nunca escritas
palavras impossíveis de escrever
por não termos connosco cordas de violinos
nem todo o sangue do mundo nem todo o amplexo do ar
e os braços dos amantes escrevem muito alto
muito além do azul onde oxidados morrem
palavras maternais só sombra só soluço
só espasmo só amor só solidão desfeita

Entre nós e as palavras, os emparedados
e entre nós e as palavras, o nosso dever falar

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Anton Corbijn _ Control





_Anton Corbijn nasceu em Strijen, Países Baixos.
Nas suas primeiras fotografias, assumiu em 1972, durante um concerto ao vivo.
Em 1979, denota-se uma atracção pela música mundial, mudou-se para Londres, onde entrou imediatamente em contacto com as bandas e artistas mais populares da época: Post Punk, Joy Division, Magazine, PIL Ltd., etc

_Ele amava a música, ele amava a fotografia.

_Depois de 1985, teve apenas fotografava personalidades do mundo dos negócios.
_Fotografou para numerosas revistas e jornais: Vogue, Rolling Stones, Detalhes, Icon, The Independent Magazine, W Magazine, Harpers Bazaar, LA Style, Entertainment Weekly, Stern, Wiener, Actuel, Elle, Glamour, Max .

_Nestas revistas surgiram inicialmente retratos de actores e músicos: Lee Hooker, REM, U2, Rolling Stones, Depeche Mode, Ferry, Cave, etc
Nessa época, direccionou o seu primeiro vídeo - clip.

_Em suma, fez mais de 60 film-loops para muitos de artistas: Joni Mitchell, Front 242, Nirvana, Henry Rollins, Naomi Campbell, Metallica, Depeche Mode, Johnny Cash, U2, David Silvian, Nick Cave.

_Pouco depois, em 1994, fez um pequeno trabalho para a BBC chamado "Some Yo Yo Stuff ".
Para o vídeo dos Nirvana , "Heart Formato Box", recebeu um prémio MTV.
Ao mesmo tempo, ganhou o Prémio Dutch Photography.

_Quatro anos mais tarde, participou na campanha para a reeleição do primeiro - ministro holandês Wim Kok, trabalhando tambémem em publicidade: BMW e Tag Heuer.
_Corbijn, publicou cinco livros: Famouz (1989), Allegro (1991), Star Trak (1996), 33 Still Lives (1999), Werk (2000).
_Em Corbijn, as fotos do povo, são retratadas como fervorosas pessoas, capturadas em momentos de calma, longe da cimeira de suas fases.

_"Eu sou muito, muito básico fotógrafo", CORBIJN diz. "A principal força dos meus quadros, suponho, é o humor e a sensação . Tecnicamente não sinto que sou muito avançado. Interessa - me que nunca ... "Seu segredo? "A Hasselblad, duas lentes, um saco, e eu".
_Na fotografia Corbijn tem-se revelado numa busca pela ruptura. Tirar fotografias, Corbijn lutado contra o roubo do real no seio da confusão de fantasia criado pela inundação de imagens.

_Corbijn ousadamente e "unwaveringly" entrou numa batalha que ele não poderia vencer. Foi uma batalha contra a superioridade do "soullessly" e artificialmente imagens do homem.
Embora tivesse absoluta certeza de que a beleza e a verdade do homem não poderia existir ele olhava para eles no reino da percepção emocional.

_A sua tarefa é muito complicada, porque seus objectos de aspiração eram as pessoas como actores que poderão controlar as suas emoções.

Alguns trabalhos:



























Bjork




















David Bowie

















Keith Richards













U2

Novo filme de Anton Corbijn_ Novembro de 2007

New Official Control Trailer





Site oficial: http://momentum.control.substance001.com/


Site oficial anton Corbijn: http://www.corbijn.co.uk/

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Amy Winehouse

Amy-Jade Winehouse (Londres, 14 de setembro de 1983) é uma cantora e compositora de soul, jazz e R&B do Reino Unido.

Biografia

Winehouse nasceu na área suburbana de Enfield, Londres de uma família judaica com histórico de musicistas de jazz. Seu pai, Mitchell Winehouse, é um motorista de táxi e sua mãe, Janis, é farmacêutica. Amy Winehouse tem um irmão, Alex Winehouse. Cresceu no subúrbio de Southgate e estudou na instituição de ensino Ashmole School. Mais ou menos aos dez anos, Winehouse funda uma banda amadora, e de curta vida útil, de rap chamada "Sweet 'n' Sour, as Sour". Ela descreve a banda como: "the little white Jewish Salt 'n' Pepa".

Winehouse ganhou sua primeira guitarra eléctrica com apenas 13 anos de idade. Aos dezesseis, ela cantava profissionalmente ao lado duma amiga sua cantora de soul Tyler James.

O seu álbum de estréia,"Frank" (2003), foi indicado para o Mercury Music Prize. Em 14 de fevereiro de 2007 ela ganhou um BRIT Award para Melhor Artista Feminina Britânica.




Álbuns de estúdio

_Frank (2003)

_Back to Black (2006)







Amy Winehouse_Rehab





Amy Winehouse_Back to Black





Amy Winehouse_Tears Dry on Their Own

Site oficial: http://www.amywinehouse.co.uk/

Myspace: http://www.myspace.com/amywinehouse

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Hoje Deviam Fazer Anos



(...) Hoje devia fazer anos... Kate McCann. Por muitos motivos! Em primeiro lugar, porque já lhe faz falta uma alegriazinha. Em segundo, porque anda desiludida, ao ponto da sua mãe temer que ela se suicide, pondo em causa a continuidade da raça McCann, visto que Gerry parece ter algumas dificuldades no que toca à reprodução. Depois, porque Kate se sente perseguida por não ter um ar maternal, afirmando o seguinte: “se eu fosse mais gorda, tivesse mais peito e um ar mais maternal, as pessoas seriam mais simpáticas". Ora, uma festa de anos é a solução para este problema! Não há nada mais maternal do que organizar uma festa cheia de balões e serpentinas, e além disso umas boas doses de bolo inglês e scones com compota podem contribuir para a tão desejada engorda. Nessa altura sim, já obesa e feliz, Kate poderá receber os seus novos amigos: jornalistas estrangeiros, polícias portugueses, Robert Murat, para o caso de ser preciso traduzir o “Happy Birthday”, Moita Flores, para levar um bom chouriço de vinhais, e até Catalina Pestana, que gosta sempre de festividades que metam vítimas e crianças e… bolinhos. Desta forma Kate poderá livrar-se das más companhias, que bebiam copos com ela no Algarve, e que já deviam ter 10 whiskies duplos em cima quando descreveram o suspeito de rapto à polícia. O retrato resultante é bem esclarecedor: um homem sem olhos, boca ou nariz, mas com cabelo, pernas e braços. Ah! Claro! Já estamos a ver! É o... o... o... coiso! Pois claro!











Bom, nós até temos uma sugestão de prenda para Kate: uma daquelas aguarelas pintadas por ucranianos, que se vendem na Rua Augusta. É que sempre são mais bonitas que o retrato robot feito por inspectores do FBI que lhes custou uma pipa de massa, e no qual a única certeza é que a criança estava mais que desfalecida. Assim como assim, nas aguarelas sempre dá para ver o mar e umas casinhas. (...)







Retirado do blog Condutoras de Domingo, programa da Antena 3 (ao domingo das 11h às 13h)...grande programa!









Link Antena 3: http://www.antena3.pt


Arcade Fire - Neighborhood #1 (Tunnels) Official Music Video

Arcade Fire - Neighborhood #1 (Tunnels) Official Music Video


segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Jared Leto and 30 Seconds from Mars















Jared Joseph Leto (Bossier City, 26 de dezembro de 1971) é um actor estadunidense e vocalista da banda 30 Seconds to Mars.





História

Abandonado pelo pai quando criança e criado junto com seu irmão Shannon Leto por sua mãe Constance. Posteriormente foram adotados por um médico italiano que havia se casado com sua mãe, assumindo o sobrenome Leto. O pai biológico de Jared casou-se novamente e teve outros dois filhos mas morreu cedo num trágico acidente (que dizem os rumores, pode ter sido um incêndio).

Jared teve uma vida muito simples e raramente morou por muito tempo no mesmo lugar. Em sua infância chegou a morar no Haiti, no Alasca e em vários outros estados norte-americanos. Teve uma adolescência rebelde, abandonando a escola e sendo preso por motivo desconhecido. Afirmou que saiu de casa muito jovem para ganhar a vida sozinho.

Depois desta adolescência conturbada, Jared resolveu terminar a escola e entrou para a universidade de artes da Philadelphia querendo ser pintor. Desistiu em pouco tempo e pediu transferência para a escola de artes visuais de Nova Iorque onde se apaixonou pela arte dramática.

Carreira
Em 1992 mudou-se para Los Angeles buscando a vida de ator, sem dinheiro algum, chegando a morar em um abrigo. Conseguiu papéis pequenos em dois episódios da série "Camp Wilder', e, dois anos depois conseguiu o papel de Jordan Catalano na série "My so-called Life" onde interpretava o objeto de desejo da atriz Claire Danes. A partir dai Jared passou a ser conhecido nacionalmente e passou a ser o sonho de toda garota adolescente. A série foi cancelada no final da primeira temporada.




























Em 1995 Jared iniciou a sua carreira cinematográfica. O primeiro filme que participou foi "How to Make an American Quilt" no qual faz um papel pequeno, mas, de grande significância no filme. Em 1996 Jared ganhou destaque e atuou como protagonista em "Cool and the Crazy" e "The Last of the High Kings".




















Requiem for a Dream

Jared passou a ser conhecido mundialmente no filme "Requiem for a Dream", no qual interpreta um adolescente viciado em drogas que tem sua vida revolucionada pelo uso das substâncias. Para interpretar "Harry", Jared perdeu 20 quilos e chegou a negar sexo a sua namorada na época (Cameron Diaz) para não ganhar massa muscular. Entrentanto, o sacrífio lhe rendeu problemas. Devido a perda radical de peso com o término das gravações, Jared foi diagnosticado com uma doença chamada Gota, que causa cristalização na região do quadril, resultando em enorme dor.



























Filmografia

1994 - Traição Fatal (TV)
1995 - Colcha de Retalhos
1996 - Tempos de Rebeldia
1997 - Prefontaine
1997 - Um Assasino à Solta
1998 - Basil - Amor e Ódio
1998 - Lenda Urbana
1998 - Além da Linha Vermelha
1999 - Preto e Branco
1999 - Clube da Luta
1999 - Garota, Interrompida
2000 - Psicopata Americano
2000 - Réquiem Para um Sonho
2000 - Buscando a Fama
2001 - Sol Goode e o Amor
2002 - Fuga Desenfreada
2002 - O Quarto do Pânico
2004 - Alexandre
2005 - O Senhor das Armas
2006 - Lonely Hearts
2007 - Chapter 27
2008 - Mr. Nobody (Em filmagem)






30 seconds from Mars

Em 2002 Jared lançou nacionalmente o primeiro album de sua banda "30 Seconds from Mars". A banda chegou a fazer shows em todo território nacional, Canadá e Inglaterra para promover o album.















































Em 2005 lançaram "A Beautiful Lie" que foi um sucesso de vendas. Em 2006 a banda de Jared foi nomeada para o VMA

de melhor clipe de Rock com o clipe The Kill, junto de bandas como Red Hot Cilli Pepers e Green Day, mas a grande vencedora foi a banda AFI. "30 Seconds From Mars"também receberam indicações para melhor clipe do MTV2 Awards, Clipe Inspirado em Filme e Princípe das Trevas no Fuse Chainsaw Awards. A Banda saiu vencedora em todas as categorias batendo nomes de peso como Franz Ferdinand, Fall Out Boy , My Chemical Romance e AFI.






A banda teve sua música "Battle of one" no famoso jogo de futebol americano Madden 06'
Eles farão parte de um tributo ao Bob Marley que se chamará "One More Beggy".








From Yesterday - 30 Seconds To Mars











30 Seconds to Mars - The Kill





30 Seconds to Mars-"A Beautiful Lie" at Fashion Rocks














Jared Leto no IMdb: http://www.imdb.com/name/nm0001467/

Site Oficial_ 30 Seconds From Mars: http://www.thirtysecondstomars.com/

Myspace: http://www.myspace.com/thirtysecondstomars

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Rita Redshoes_Dream_On_Girl






Ex-abelhinha atómica emancipa-se.
Rita Pereira fez-se notar como voz dos Atomic Bees e, mais recentemente, como integrante da banda de David Fonseca. Paralelamente, mantém um (ainda) discreto percurso a solo, do qual se conhece «Dream On Girl», tema que a coloca sem hesitações no lote de revelações nacionais de 2007.


















Dream on Girl








Making of_ Dream on Girl





"Once I" _ Rita Redshoes










David Fonseca - Hold Still
(Rita Redshoes com David Fonseca)





Band Members:

Rita Redshoes_Voice, Piano/Keys///
Filipe Monteiro_Guitar/Keys/Voice///
Nuno Simões_Bass/Voice///
Sérgio Nascimento_Drums/Percurssion/Voice///


Myspace: http://www.myspace.com/ritaredshoes


Band Website: http://www.rainbowmaker.blogspot.com

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

The Pillow Man_teatro



The Pillowman de: Martin McDonagh


Tradução e encenação: Tiago Guedes


Cenografia e animação: Jerónimo Rocha, Joana Faria, Nico Guedes


Figurinos: Carolina Espírito Santo


Música: Hugo Leitão


Desenho de luz: José Álvaro Correia


Classificação etária: Maiores de 16 anos


Duração aproximada: [2:00] com intervalo


Interpretação: Gonçalo Waddington, João Pedro Vaz, Marco D’Almeida, Nuno Lopes




























Sinopse:

De um ser chamado Homem-Almofada só se pode esperar uma natureza cândida, feliz e sobretudo inofensiva. A não ser que se trate de uma criatura imaginada por Katurian, a personagem central de The Pillowman (2003), do dramaturgo inglês Martin McDonagh. Nesse caso, só pode ser uma criatura que, movida pela mais terrível das boas intenções, se esforça por convencer criancinhas a cometer suicídio. Abordando com humor sardónico e cáustica ironia temas difíceis (ao suicídio infantil some-se ainda o infanticídio e o abuso sexual de menores), McDonagh urde uma irresistível farsa sobre o arsenal de perigos que decorre da, aparentemente inócua, decisão de ficar em casa e escrever uma história.

Estreia fulgurante de Tiago Guedes (realizador do filme Coisa Ruim) na encenação, que – conjugando uma excepcional direcção de actores com o inspirado aproveitamento de recursos expressivos como a animação – nos propõe uma comédia negra travestida de drama. Mais uma eloquente prova que os Municipais de Lisboa dão ao Porto de que é possível – e desejável – criar objectos imensamente comunicativos a partir de exigentes matérias textuais e de uma indesmentível diferença artística.

















Actors Theatre's The Pillowman Rehearsal





(nota: não existe videos da versão portuguesa)





Nota: Sem dúvida, The Pillowman foi uma das melhores peças que vi ultimamente!

domingo, 28 de outubro de 2007

Julian Schnabel

Julian Schnabel (nascido em Nova Iorque, 26 de Outubro de 1951) é um pintor e realizador norte-americano.
Considerado um dos mais originais da sua geração, integra-se no movimento do neo-expressionismo
, e está representado em alguns dos principais museus do mundo.
É também realizador de cinema, tendo já dirigido os seguintes filmes : "Basquiat" (1996), "Before Night Falls" (2000) e "The Diving Bell and the Butterfly" (2007), este último, em francês.




Pinturas de Schnabel:




BASQUIAT - Intro (Guernica), 1996







The Diving Bell and the Butterfly - Official trailer (2007)








sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Video de hoje_Arcade Fire_"The Well and The Lighthouse"_live




Esta música faz parte do último álbum dos Arcade Fire, "Neon Bible"




Alinhamento "Neon Bible":
Black Mirror
Keep the Car Running
Neon Bible
Intervention
Black Wave/ Bad Vibrations
Ocean of Noise
The Well and the Lighthouse
(Antichrist Television Blues)
Windowsill
No Cars Go
My Body Is a Cage





Arcade Fire




terça-feira, 23 de outubro de 2007

Projecção Urbanidades_O Concreto e o Abstracto_2005






Esta projecção foi realizada por mim e pelo Sérgio para uma tour dos bLUNDER. Foi uma tour acústica que decorreu no Verão de 2005.

Arranca hoje a tão esperada "Tour Acústica 2005" dos bLUNDER.

Saem para a rua para tocar alguns dos temas dos seus álbuns anteriores, somados a algumas
novidades - tudo em "unplugged"...

Há a particularidade, nalguns dos eventos, da projecção "on-stage" de um trabalho de pesquisa fotográfica da artista Verónica Meireles, com produção executiva de Sérgio Nunes. Na calha está o lançamento de um single/tema inédito em formato acústico exclusivamente "desenhado" para esta tournée, que dará
igualmente lugar a um videoclip e que poderá chegar às rádios/televisões dentro
em breve.

Eis as datas/locais da Tour:


15/07/2005 Feira Mercado - TROFA

16/07/2005 Museu Café - APÚLIA

23/07/2005 Bar da Ponte - VOUZELA

29/07/2005 Fashion Club - Estrada S. Pedro do Sul VISEU

30/07/2005 Festival Radical - LAMEGO

05/08/2005 Azenha D. Zameiro - Vilarinho VILA DO CONDE

06/08/2005 Casa da Cultura - CASTRO DAIRE

10/09/2005 Ribeirinha - PORTO

15/09/2005 B-Flat - MATOSINHOS

16/09/2005 Casa da Cultura - STA. COMBA DÃO

23/09/2005 Blá-Blá - MATOSINHOS

24/09/2005 Valentinos - PORTO

30/09/2005 Maus Hábitos - PORTO

08/10/2005 Glamour - VIANA DO CASTELO

15/10/2005 Tertúlia Castelense - MAIA

22/10/2005 Kastrus Bar - ESPOSENDE

10/11/2005 Hard Club - VILA NOVA DE GAIA



Este foi o site da tour (mas já está desactivado) http://www.blunderunplugged.net


Os bLUNDER usam OMNI (roupa, calçado e acessórios) http://www.omniwear.com





quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Corps Bride








Corpse Bride (A Noiva Cadáver) é um f ilme de animação em stop motion de 2005, produzido e co-dirigido por Tim Burton e dirigido por Mike Johnson.

A história é baseada num conto russo-judaico
do seéculo XIX e é ambientada numa fictícia Inglaterra da era victoriana. Filmado em Londres, possui as vozes de Johnny Depp como Victor Van Dort e Helena Bonham Carter como a Noiva-Cadáver.

O filme foi indicado na categoria de Melhor Animação
na 78ª Cerimônia do Oscar, mas acabou perdendo para outra animação em stop motion, Wallace & Gromit: The Curse of The Were-Rabbit.

O filme possui uma semelhança com Nightmare Before Christmas
, outra produção em stop motion, dirigida por Henry Selik e baseada num poema de Tim Burton, no qual o diretor de Corpse Bride, Mike Johnson, trabalhou como animador. Também apresenta traços de outro filme de Burton, Beetlejuice, em especial nas cenas que mostram o mundo dos mortos e seus habitantes falecidos. Alguns comerciais de Corpse Bride foram até mesmo acompanhados de canções de The Nightmare Before Christmas ("What's This", especificamente).

Elenco de vozes

Johnny Depp .... Victor Van Dort
Helena Bonham Carter .... Emily (Noiva-Cadáver)
Emily Watson .... Victoria Everglot
Tracey Ullman .... Nell Van Dort e Hildegarde
Paul Whitehouse .... William Van Dort, Mayhew e Paul, o Cabeça dos Garçons
Joanna Lumley .... Maudeline Everglot
Albert Finney .... Finis Everglot
Richard E. Grant .... Barkis Bittern
Christopher Lee .... Pastor Galswells
Michael Gough .... Velho Gutknecht
Jane Horrocks .... Viúva Negra e Sra. Plum
Enn Reitel .... Verme e Espalhador de Notícias da Cidade
Deep Roy .... General Bonesapart
Danny Elfman .... Bonejangles
Stephen Ballantyne .... Emil



Corpse Bride_Trailer





Corpse Bride_Piano Duet





Corps Bride_Tears to Shed





Corps Bride_Remains of the day










Críticas:

A Noiva Cadáver é uma obra de um esplendor visual extremamente cativante, saída do imaginário de Tim Burton, senhor que já nos habituou a um mundo muito próprio de fantasia, não deixando de nos surpreender.

Mais de uma década depois de The Nightmare Before Christmas, Tim Burton cria, mais uma vez, uma bela peça de animação. Os clássicos negros, ocultos e românticos são novamente a opção de Burton, dando continuidade à tradição iniciada com filmes como
Edward Scissorhands. Baseado num conto popular russo, A Noiva Cadáver conta a história do desajeitado e tímido Victor, que se vê envolvido numa embrulhada, paralelamente no mundo dos vivos e dos mortos, onde em ambos os lados faz o papel de noivo. Uma história de contrastes num mundo de contrastes, em que os mortos vivem num ambiente muito mais festivo e alegre, em oposição aos vivos que parecem deambular por um mundo escuro e triste. As personagens e os ambientes tão característicos do imaginário de Burton ganham vida novamente através da animação stop-motion, em alternativa à cada vez mais prolífera animação gerada por computador.
Foi no entanto o realizador Mike Johnson e a sua equipa de animadores quem mais contribui para o parto desta obra, já que Tim Burton estava essencialmente nas rodagens de Charlie and the Chocolate Factory. Tal como este, Corpse Bride impressiona essencialmente pelo aparato visual, em detrimento da história, que é aqui completamente remetida para segundo plano, ficando aquém da fantástica fábula adulterada de The Nightmare Before Christmas.

As imagens são fantásticas. Sim, fantásticas, deslumbrantes, impressionantes. É quase inacreditável que tais imagens sejam reais. Ainda que utilizada tecnologia de ponta para a criação dos bonecos robotizados, de forma a facilitar o trabalho dos animadores, é de louvar a opção de Burton e da sua equipa pela animação tradicional frame a frame, com modelos das
personagens e cenários físicos em detrimento dos virtuais, usados apenas quando estritamente necessários.A composição musical está novamente a cargo de Danny Elfman, que frequentemente coloca os espectadores a cantarolar as suas composições muito depois da visualização do filme, noutras obras. Aqui, a composição tem potencial. A ver vamos se me apanho inconscientemente a cantarolar temas da Noiva Cadáver, daqui a uns tempos.

Não houvesse uma comparação possível às suas obras anteriores, especialmente a The Nightmare Before Christmas, e Corpse Bride teria sem dúvida agarrado muito mais pontos e alcançado um patamar mais alto. Mas recomenda-se! Dance com esqueletos, largue um sorriso grande e deleite-se com a bela visão da vida para além da morte.

Carlos Moreira
2005



Links:

http://wwws.pt.warnerbros.com/corpsebride/

http://www.corpsbridemovie.com/

http://www.imdb.com/title/tt0121164/

Soundtrack: http://www.warnerbrosrecords.com/corpsebride/

terça-feira, 16 de outubro de 2007

The Nightmare Before Christmas

O filme relata a história de Jack Skellington, o rei das abóboras de Halloween, uma cidade onde todos os moradores têm a função de assustar os humanos durante a festa do dia das bruxas. Apesar do sucesso profissional, ele lamenta-se com sua rotina e sente falta de algo mais. Um dia ele entra numa floresta onde todas as árvores são portas para reinos que servem a alguma festividade dos humanos, e acaba por encontrar o reino do Natal. Impressionado com tanta beleza e bondade, ele arma um plano para raptar o Pai Natal e fazer um Natal a seu gosto. Mas, na cidade onde Jack mora, existem aqueles que opõem ao plano.



Elenco principal

Danny Elfman .... Jack Skellington ) / Barrel / Palhaço com lágrima na face
Chris Sarandon .... Jack Skellington
Catherine O'Hara .... Sally / Shock
William Hickey .... Dr. Finkelstein
Glenn Shadix .... Perfeito
Paul Reubens .... Lock
Ken Page .... Oogie Boogie
Edward Ivory .... Pai Natal
Susan McBride .... Big Witch








Prémios e indicações

Oscar 1994 (EUA)

Indicado na categoria de Melhores Efeitos Especiais.

Prêmio Saturno 1994 (Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films, EUA)

Venceu nas categorias de Melhor Filme de Fantasia e Melhor Música.

Indicado nas categorias de Melhor Diretor e Melhores Efeitos Especiais.

Globo de Ouro 1994 (EUA)

Indicado na categoria de Melhor Trilha Sonora Original - Cinema.


Curiosidades

Este filme marcou a carreira do cineasta Tim Burton; depois de Vincent, um curta-metragem monocramático, este foi o segundo filme de Tim Burton, desta vez em cores. É vagamente baseado numa série de desenhos e num poema de Burton, que trabalhou no filme como co-produtor.

Tim Burton não dirigiu o filme, como muitos pensam, apesar de ter participado ativamente do projeto.

Foi o primeiro longa-metragem feito com a técnica de animação stop-motion (bonecos fotografados quadro a quadro), levou mais de dois anos a ser produzido.

O filme foi lançado pela Touchstone Pictures, um estúdio de propriedade da Walt Disney Company, porque a divisão principal da Walt Disney Pictures rejeitou o projeto devido às partes muito sombrias do filme.

Em 2006, uma versão remasterizada com a tecnologia Disney Digital 3D foi relançada em alguns cinemas nos Estados Unidos. Juntamente, foi lançado um álbum duplo especial da trilha sonora do filme. O disco apresenta versões covers das canções originais, interpretadas por artistas como Fall Out Boy & Panic! At The Disco.



The Nightmare Before Christmas Intro







The Nightmare Before Christmas - What's this?






The Nightmare Before Christmas - Jack's Lament




Sally's Song-Nightmare Before Christmas





The Nightmare Before Christmas - Town Meeting Song





The Nightmare Before Christmas - Jack's Obsession










Consultem também:

http://www.imdb.com/title/tt0107688/photogallery



segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Per7ume






Queimar algo para libertar perfume é um recurso muito antigo. A própria palavra "perfume" sugere, aliás, sua origem fumegante. Tanto o português "perfume", como o francês "parfum", o italiano "profumo" e o inglês "perfume" derivam efectivamente do latim ´fumus´, talvez numa referência às volutas de fumaça perfumada que subiam aos céus durante os ritos em homenagem aos deuses. Hoje Perfume é algo mais que isso, é o apelo ao sentido mais nobre de todos e é, curiosamente,transformado em música...











"Má Sorte"

domingo, 14 de outubro de 2007

3+3+1_MDI_apresentação_Fbaup



























.::Retrato Psicológico::.






















.::Exemplo do projecto de desenho III::.



















.::Exemplo do projecto de atelier de escultura, 4º ano::.



Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto
Mestrado Design da Imagem (5ºano)
2007-2008




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_Sinopse


O meu projecto de atelier do ano passado (2006/2007) partiu de um processo de desenvolvido num projecto de trabalho do 3º ano, no ponto da proposta de trabalho 1) 3ª fase “Analisada por dentro”, ou seja, um retrato psicológico, no qual resolvi desenvolver a questão do meu diário.
Este consistiu em bordar em tecidos de feltro as frases que mais me marcaram desde a minha infância.






















.::pormnenor do projecto "analisada por dentro"::.



Para além desta linguagem, resolvi introduzir um outro registo desenvolvido num projecto de desenho III (3º ano). No qual foram realizadas experiências com colagens de papel de lustro colorido, papel de jornal, papel texturado, etc. Criação de desenhos sobre papel de acetato com corrector e canetas de acetato, solucionando assim, sobreposições de desenhos sobre um fundo criado em colagem.

Em conclusão, optei por fundir os dois tipos de linguagem, mas substituindo-os por outros materiais, como o acetato pelo vidro, a caneta de acetato e o corrector por tintas de vidro, a criação de fundos em vez do papel, os tecidos bordados. Em vez de desenhar com lápis, desenho com a agulha. Ou então, como diz Louise Bourgeois:”Sempre tive um fascínio pela agulha.Pelo poder mágico da agulha. A agulha é usada para reparar o estragado. É um grito contra o esquecimento.”

A minha preocupação ao longo do passado ano lectivo foi a questão da imagem do meu trabalho perante mim e perante os outros.

Sendo a questão da imagem já colocada desde o início do pensamento filosófico. Já na Alegoria da Caverna, Platão desenvolve esta questão, colocando a imagem para alegorizar, falando do estado do conhecimento. Segundo ele, “chamo imagens em primeiro lugar às sombras, em seguida aos reflexos que vemos nas águas ou à superfície dos corpos opacos, polidos e brilhantes e todas as representações do género” (in A República , Platão)

Entre o Renascimento e o Romantismo, o conceito de imagem exige um processo racional de identificação simbólica entre dois objectos, por exemplo “a água é como um cristal” ou “a água cristalina”, entendendo assim a imagem como simples representação não mental, mas refinada e sublimada na sua forma.

Uma imagem pode ser, portanto algo mais do que uma simples representação mental, visual ou fantástica, uma imagem construir-se-à também de acordo com uma visão cultural e política do mundo.

Cada um de nós interpreta uma determinada imagem de diferentes maneiras e perspectivas, remetendo assim para um processo de transmissão cultural, a socialização. Os grupos em que estivemos inseridos desde a infância, a família, o meio social onde vivemos, do infantário, programas de televisão, etc. vão influenciar na percepção de uma imagem e de interpretação dela.

Perante isto, questiono, de que forma o publico irá ver o meu trabalho? Que interpretações irão fazer dele?

Considerando que a imagem contemporânea engloba entre outras, a imagem mediática, e que esta envolve a televisão e o cinema.

No meu ponto de vista, a imagem é cada vez mais importante em determinadas obras, ou até em todas. Por exemplo, numa peça de teatro, a imagem, toda a encenação e cenário é importante para captar o público. No exemplo da última peça que vi “Otelo” encenado por Nuno M. Cardoso, possui uma imagem actual, desde o vestuário dos personagens ao cenário e à linguagem abordada, captando maior interesse do público. Provocando um esquecimento de que estou no teatro, esquecendo-me de mim própria, não tendo senão os sentimentos das personagens.

É isto que eu quero provocar no espectador, impacto com a imagem do meu trabalho, de forma a sentirem “entranhando-se” na obra.

É neste ponto que eu pretendo centrar-me ao longo deste ano. Continuar a investigar e explorar esta questão.







.::IMAGENS DE REFERÊNCIA::.






























::Pae White::.






























.::Ghada Amer::.




























.::Ghada Amer::.








O meu objectivo é transportar os meus trabalhlos (minhas criações) para os meios digitais. Experimentar animações, videos, movimentos, ilustrações, etc.









































Emir Kusturica




Emir Kusturica ([ku.stur.'i.tza] em sérvio cirílico Емир Кустурица; pronunciado "Êmir Kustúritsa") (Sarajevo, 24 de novembro de 1954) é um cineasta bósnio. Com uma expressiva seqüência de trabalhos internacionalmente aclamados, Kusturica é visto como um dos mais criativos directores de cinema dos anos oitenta e noventa.

Kusturica começou a fazer cinema ainda no colégio, dirigindo filmes independentes. Alguns destes foram premiados em festivais nacionais amadores. Estudou na Famu, uma famosa academia cinematográfica de Praga, entre 1973 e 1977. Brilhantes aluno, Kusturica estudou com o diretor checo Otakar Vavra. O estudante Kusturica ganhou o primeiro prémio do Festival Internacional de Cinema Estudantil de Karlovy-Vary, no mesmo país, com o seu projecto final de graduação, a curta-metragem em preto-e-branco Guernica (1978).

De volta à Jugoslávia, Kusturica trabalhou para a TV e dirigiu, entre outros, As Noivas Estão Chegando (1979) e Bar Titanic (1980), que lhe valeu o primeiro prémio no Festival do Telefilme de Portoroz (Eslovênia). Sua longa de estreia no cinema, Você se Lembra de Dolly Bell? (1981), tornou-se um sucesso de crítica internacional e foi laureado em Veneza com o Leão de Ouro para directores estreantes.

Em 1985, ganhou a Palma de Ouro do Festival de Cannes, com o filme Quando Papai Saiu em Viagem de Negócios.


Filmografia
Promise Me This (Zavet) (anunciado para 2007)
A vida é um milagre (Život je čudo), 2004
Super 8 (filme), 2001, documentário
Gato preto, gato branco (Crna mačka, beli mačor), 1998
Underground - Mentiras de Guerra (Underground), 1995
Arizona Dream, 1993
O Tempo dos Ciganos (Dom za vešanje), 1988
Quando Papai Saiu em Viagem de Negócios (Otac na službenom putu), 1985
Você se lembra de Dolly Bell? (Sjećaš li se, Dolly Bell), 1981
[[Bar Titanic (Bifet Titanik), 1980)
[[As noivas estao chegando (Nevjeste Dolaze), 1979)
Guernica, 1978, curta-metragem

Prémios
Guernica, Primeiro Prémio do festival de Cinema Karlovy Vary, (1978)
Lembra-se de Dolly Bell?, Leão de Ouro Festival de Veneza, (1981)
Quando Papai Saiu em Viagem de Negócios, Palma de Ouro Festival de Cannes; indicação ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro Óscar, (1985)
Time of Gypsies, Melhor Diretor Festival de Cannes, (1989)
Arizona Dream, Urso de Prata Festival de Berlim, (1993)
Underground, Palma de Ouro Festival de Cannes, (1995)





Emir Kusturica and t.N.S.O. - Pitbull Terrier

(este video faz parte da bso do filme Gato Preto, Gato Branco)





Novidade:
Emir Kusturica, também conhecido pelos seus projectos musicais, vai actuar por duas vezes em Portugal no início de 2008. Os espectáculos acontecem nos dias 25 e 26 de Janeiro, no Coliseu do Porto e no Coliseu dos Recreios em Lisboa, respectivamente. O músico bósnio será acompanhado pela No Smoking Orchestra



http://www.thenosmokingorchestra.com


http://www.myspace.com/emirkusturicathenosmokingorchestra

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Arcade Fire_ Crown of Love

Arcade Fire é uma banda canadiana (do Quebec), de 7 elementos. Formados em 2003, a banda desde sempre apostou em criar a sua própria sonoridade, incluindo nas suas composições, além da costumeira guitarra/baixo/bateria, dois violinistas, acordeões, xilofones, percussões variadas e tudo o mais. Esta mistura granjeou-lhes o afecto do público e a rendição da indústria discográfica e dos seus pares. David Byrne e David Bowie são fãs assumidos da banda. Funeral, de 2004, foi considerado quase unanimamente como o melhor album daquele ano. Houve quem arriscasse considerá-lo o melhor album da década! O Hype entretanto começou a desaparecer, e heis que somos brindados este ano com o segundo disco de Arcade Fire, intitulado Neon Bible.







Crown of love – Arcade Fire


They say it fades if you let it,
love was made to forget it.
I carved your name across my eyelids,
you pray for rain I pray for blindness.

If you still want me, please forgive me,
the crown of love has fallen from me.
If you still want me, please forgive me,
because the spark is not within me.

I snuffed it out before my mom walked in my bedroom.

The only thing that you keep changin’
is your name, my love keeps growin’
still the same, just like a cancer,
and you won’t give me a straight answer!

If you still want me, please forgive me,
the crown of love has fallen from me.
If you still want me please forgive me
because your hands are not upon me.

I shrugged them off before my mom walked in my bedroom.

The pains of love, and they keep growin’,
in my heart there’s flowers growin’
on the grave of our old love,
since you gave me a straight answer.

If you still want me, please forgive me,
the crown of love is not upon me
If you still want me, please forgive me,
cause this crown is not within me.
it’s not within me, it’s not within me.

You gotta be the one,
you gotta be the way,
your name is the only word that I can say

You gotta be the one,
you gotta be the way,
your name is the only word,
the only word that I can say!



página oficial:

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Dan Mcalister na Trofa




Grande concerto!...Vejam aqui um pouco do que aconteceu nesta noite!

Projecto MDI/Edifício Douro

Muse "Feeling Good"

Ana Guerra

Ana Guerra, nascida aos 11 de Setembro de 1968 em Vila Franca de Xira , terra de tourada e fado, desde muito nova mostrou grande interesse e aptidão por este estilo musical tão nosso como é o fado.Nunca tendo deixado de cantar começou as suas apresentações em público propriamente dito por volta das 20 anos, em diverso estabelecimentos desde restaurantes típicos até às famosas casas de fado, ambiente natural deste tipo de música.Já depois de ter deixado a sua cidade natal, já habitando na cidade do Porto, foi convidada especial para um sarau de fados onde partilhou palco com o grande ícone do fado, Vicente da Câmara. Em 2000 foi finalista do Concurso de Fado de Paranhos (Porto) e ganha a conhecida Grande Noite de Fado de Esposende.Na sequência da vitória em Esposende, e como seguimento de carreira, participa ainda no mesmo ano na Grande Noite de Fado de Braga. Em 2001 repete a sua presença em Esposende mas desta vez como convidada de honra.Desde então não mais deixou de cantar pelas casas de fado deste país, sendo a sequência lógica, um trabalho discográfico.
No dia 1 de Dezembro de 2006 foi realizada a pré-produção.